sábado, 22 de março de 2008

Meu querido papá desejo-te um Feliz Dia do Pai !

Meu querido papá

eu gostava de te oferecer um iate

mas o único presente que te posso oferecer

é um beijinho

Neste dia especial contigo eu quero estár

Fazer corridas contigo, desenhos,

brincar às Escondidas

Quando estás em Lisboa

tenho saudades tuas mas lembro-medo teu sorriso doce

e dos teus olhos brilhantes

iluminados pela Lua

Quando chegas a casa

só te quero dár beijinhos e abraços

Brincamos dia inteiro juntos

Chega a hora de irmos dormir

aconchegas os lênçois dás-me um beijinho de boa noite:

- Boa noite papá !

- Boa noite minha filhinha querida !


Foi a primeira canção que escrevi !

Espero que gostem.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

O Amor é...

Ser solidário para com os outros.
Proteger os animais dos perigos.
Manter as florestas limpas para que não haja incêndios.
Consolar um amigo com um abraço para fazê-lo sorrir.
Respeitar os professores, os colegas, os amigos...pois respeitar émuito bonito.
Ser honestos com nós próprios e para com os outros.



Andam à procura de bonecas giras ?
Então estão no sítio certo!
Vejam esta imagem!
Bratz Mania!

As Bratz


As Bratz são muito fixes e giras!!!

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Vai acontecer uma catástrofe!...

Num dia solarengo a vaca Margarida estava a passear quando encontrou o cavalo Reinaldo e lhe disse:
- Bom dia Reinaldo!
- Bom dia Margarida!
- Vamos a casa da nossa amiga, a cabra Magricela –disse o Reinaldo.
Foram andando, andando até que chegaram à casa da Magricela.
Entraram, puseram-se à vontade e perguntaram à Magricela:
- Magricela andas um pouco esquisita.Porquê?
A Magricela hesitou mas respondeu:
- Não têm nada haver com isso!
O Reinaldo e a Margarida insistiram mas a Magricela respondeu sempre o mesmo. Até que respondeu:
- Parem de me chatear! Ainda não perceberam que não me sinto à vontade para vos contar!
- Só estamos a tentar ajudar-te! Porque somos teus amigos.
- Eu não preciso de preciso de ajuda!
O Reinaldo e a Margarida foram-se embora muito aborrecidos por causa de a sua amiga ter respondido assim. Mas o que eles não sabiam é que ia haver um incêndio na casa da sua amiga.
Então como por magia apareceu uma fada chamada Pérola Preciosa, mesmo à frente deles que lhes disse:
- Vai acontecer um catástrofe...um incêndio...na casa da vossa amiga...rápido!
Ao princípio não acreditaram mas a fada mostrou-lhes uma estrela mágica que previa o futuro e aí já acreditaram.
A Pérola , o Reinaldo,e a Margarida foram a correr para a casa da Magricela. Mas chegar a casa da dela tornou-se difícil ,como por magia tinha aparecido um bosque. Tiveram que passar muitos obstáculos: lianas, plantas carnívoras, Não-se-vêem (insectos), abelhas carnívoras...
Até, que finalmente, chegaram, mas já era tarde demais. Pensavam que nunca mais iam ver a amiga quando a Pérola lhes pôs um pó mágico para conseguirem entrar na casa da Magricela que estava a arder e salvá-la.
Entraram na casa em chamas e salvaram a Magricela.
A Magricela agradeceu e deu muitos abraços aos seus amigos.
Quando iam a agradecer a Pérola Preciosa ela já tinha desaparecido.
Passados alguns dias descobriram que a Pérola Preciosa era uma fada que estava no fundo do coração de cada um.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Amigas para sempre

Certo dia um grupo de amigas , Mafalda, Marta, Xana, estavam num bar quando a Marta disse:
- Vamos a minha casa buscar o nosso dinheiro para irmos Às compras.
Todas concordaram.
Quando chegaram o dinheiro tinha sido roubado. Então a Mafalda disse:
- Porque não vamos avisar a G.N.R.
- Não, não assim vamos arranjar mais sarilhos – disse a Xana.
Nos dias que se seguiram procuraram, procuraram e encontraram uma pista: uma máquina fotográfica. Mas o problema é que todas tinham uma máquina fotográfica. Então começaram a acusar-se umas Às outras.
Até que um dia a Xana descobriu que o (a) culpado(a) era uma amiga delas jornalista, a Sara. Nesse preciso momento em que a Xana descobriu quem era o (a) culpado viu a Sara a correr e foi atrás dela. Mas não a conseguiu apanhar.
Quando as suas amigas estavam a passear, repararam que o ladrão estava a fugir e quiseram ajudar. Puseram-se À frente do ladrão e agarraram-no todas juntas e levaram-no para a esquadra.
Para agradecer a Xana disse:
- Muito obrigada por me terem ajudado, vocês são as melhores amigas do mundo.
Abraçaram-se e disseram todas em coro:
- Amigas para sempre!
O grupo de amigas aprendeu uma grande lição:
Nunca devemos julgar as pessoas sem ter pistas.E nunca mais de chatearam
.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Férias em Bilbao (Moyua)

11 de Agosto de 2007

Fomos visitar o Museu Guggenheim e às tantas entrámos numa sala de exposição...e a minha maninha diz "Oh, mãe este quarto está mais desarrumado do que o nosso "(meu e dela) :)) .

A propósito da "sala da desarrumação" a minha mãe escreveu: "beber outras formas de ver e transformar o mundo... umas tragam-se melhor que outras...umas mais amargas... suaves... agressivas...agrestes ou...simplesmente desarrumadas. Serão fruto de mentes confusas e desarrumadas ou simplesmente mentes que já passaram todas essas fases??

Na sala de aço, a "música" era outra: ... o tempo e o espaço... a música... aço ondulado... ondas de som... ondas de luz... dobram-se esquinas... correm-se espirais... e, depois, surpresa : nada. Assim, poderia dizer que é a Vida, às vezes.

O presente ideal para uma rena

Numa noite fria de Dezembro, no Pólo Norte, o Pai Natal estava a embrulhar os presentes quando um duende veio avisar que a Cintilante estava triste Então foi ao estábulo ver a rena Quando lá chegou perguntou:
- Porque estás triste?
- Sinto falta da minha família, dos carinhos e dos presentes que eles me davam.
O Pai Natal foi pensativo até sua casa. Passou dia e noite a pensar numa maneira de a rena ver a família. Até que a Mãe Natal teve uma ideia:
-«Que tal ir ver a agenda das famílias das renas?»
- Excelente ideia Mãe Natal.
Foram a correr para o escritório para ver onde estava a agenda Passaram o dia inteiro à procura do nome da família da Cintilante Até que encontraram.
- Ufa! Finalmente acabamos! Mas agora não sei que presente vou dar à rena.
Pensou e pensou e, teve uma ideia:
-« Que tal se der um G.P.S à Cintilante! Afinal é ela quem guia o meu trenó e leva-me a todas as moradas dos meninos que se portam bem»
Perguntou à Mãe Natal se achava boa ideia e ela disse que sim.
Foram à fábrica dos duendes comprarem o presente.
Chegaram a casa, foram logo telefonar à família da rena e esconder o presente.
No dia de Natal a Cintilante ficou impressionada de ver tantos presentes para ela. Quando chegou a família o Pai Natal pôs uma venda nos olhos da rena e passado 1 minuto tirou a venda.
A Cintilante ficou tão contente que só queria dar beijinhos à família
Assim foi o Natal da Cintilante!

Natal é festa em família

Numa tarde fria de Dezembro, a Ana passeava pelo seu bairro quando viu algo a mexer debaixo de uma caixa de cartão; ela pensou que era um gato e aproximou-se. Espreitou para debaixo e deu um salto para trás, assustada, quando viu que era uma mulher magra com um bebé ao colo, embrulhado numa manta. Voltou a aproximar-se e perguntou-lhe:
- Como te chamas?
- Maria. E tu?
- Eu sou a Ana. Porque estás aqui ao frio?
- Não tenho família, perdi-a há sete meses, num acidente. Estou desempregada e não tenho casa.
A Ana ficou muito triste. Nesse momento lembrou-se de outra história que a mãe lhe contou um dia, sobre o primeiro Natal: uma gruta serviu de abrigo a Maria, José e Jesus, numa noite fria de Dezembro. Naquela noite, Maria, José e Jesus também souberam o significado de não ter um abrigo.
Então a Ana disse para a Maria:
- Já volto, Maria!
A Ana foi a correr perguntar à mãe se a Maria e o seu bebé podiam passar o Natal em sua casa.
- Oh, mãe! Eu encontrei uma senhora magra, com um bebé sem família, sem trabalho, sem comida e gostaria que ela passasse o Natal connosco.
- Oh Ana, onde encontraste essa senhora? Já não te disse para não falares com estranhos?
A mãe e a filha dirigiram-se para o local onde estavam os dois sem-abrigo.
Quando lá chegaram a mãe sentiu logo vontade de ajudar a Maria e o seu bebé e levaram-nos para casa.
Na noite seguinte era Natal e foi um Natal bastante diferente dos outros: alegria, festa e uma família maior. Nessa noite, a Ana escreveu no seu diário:
“Ontem conheci a Maria e o seu bebé, Emanuel. Hoje o bebé sorriu para mim, quando lhe dei o meu ursinho de peluche preferido. Este sorriso fez-me ficar muito feliz. A família é também quem escolhemos amar”

P.S. Também gostei da PSP que o Pai Natal deixou no meu sapatinho. Obrigado!